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Carta de Amor! Sid para Nessa 2012



Hoje é uma dia hiper Importante para mim, eu não buscou ou estou lutando por bens do mundo, contudo por o melhor que Deus deixou em nossas mãos ...OS SENTIMENTOS... hoje dia 12 de Dezembro 2012, estou realizando 07 Meses de União em corpos, Vidas e sentimentos com Vanessa Cardoso e Vanessa Cardoso Minha amiga, Irmã, Esposa e um ser humano único em minha vida...não existem dúvidas para mim que o casamento é de origem divina e com base em Deus (Somente em Deus) tudo vai bem...meu passado mostrou que Casamento por motivos errados ou só por amor, em algum momento vai a ruínas....Casamento é muito mais que Amor, contudo é hiper importante que exista o amor e junto dele venha a fé, carinho e a certeza que este projeto vem de Deus e não é um simples contrato com a humanidade acredita...brigas existem, mas são sempre para o bem....
Deus

Vamos valorizar em espirito e em verdade os BONS SENTIMENTOS...já pensou se todos os pensamentos do mundo p
or 1 segundo estivessem em Deus e seu bons sentimentos? 

Te Amo Vanessa Cardoso..Minha NESSA!


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Considerações Acerca do Casamento (Casamento 100% Divino)



Amigos do Blog do Amor achei muito bom estas palavras do autor neste texto abaixo, vamos lê e pensa sempre que o casamento é 100% Divino.Sid&Nessa


"Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém aos que se dão à prostituição e aos adúlteros Deus os julgará" (Hb 13.4).

Fundado por Deus no princípio, o casamento é uma instituição social e vitalícia como ponto de origem e suporte da família.

Nos capítulos 5 e 6 da Epístola aos Coríntios, Paulo condena a imoralidade na igreja local. Ora, o antídoto contra o indecoro moral é o ca­samento no Senhor. Portanto, o capítulo 7 é o texto da Bíblia que mais discute e comenta o matrimônio e algumas de suas particularidades. Esta seção está dividida em:

(vv. 1-7) O comportamento dos cônjuges no casamento;
(vv. 8,9) A situação dos solteiros e viúvas;
(vv. 10,11) O casal cristão;
(vv. 12-16) Casamentos mistos;
(vv. 17-28) O estado de cada crente;
(vv. 29-35) Permanência no estado presente.

Havia dúvidas entre os crentes de Corinto sobre o casamento e o relacionamento familiar em geral. Foi então que eles resolveram escrever ao apóstolo Paulo a fim de se esclarecerem sobre esses assuntos (v. l).

Nesta lição, esta­remos estudando o ca­pítulo sete da primeira epístola de Paulo aos Coríntios, o texto mais rico da Bíblia acerca do casamento em seus diversos as­pectos: o casal e a vida conjugai; os filhos; o estado de solteiro; a separação e o divórcio; a viuvez e o novo casamento etc.

CASAMENTO OU CELIBATO

É evidente a inspiração divina e sobrenatural do apóstolo Paulo ao tratar deste importante assunto. "Mando, não eu, mas o Senhor" (v.10); "Digo eu, não o Senhor" (v. l 2). Ver também os vv. 25,40.

1. Casar ou não casar? "Bom seria que o homem não tocasse em mulher" (v. 1). No estado de celibato, o homem e a mulher devem manter-se sexualmente abstêmios. Intimidades conjugais são limitadas ao casamento. Deus não criou o sexo para o pecado, como está ocorrendo no mundo ímpio; o chamado "sexo livre", segundo a Palavra de Deus, é abominação. Isto não significa, de acordo com a Bíblia, que seja impró­prio, ou condenável, estar solteiro ou casado. É questão de consciência e possibilidades de cada um. Toda­via, todos devem estar cientes de que o casamento traz consigo certas obrigações que os pretendentes não podem ignorar. Em 1 Timóteo 4.1-3, o mesmo apóstolo profetiza, pelo Espírito Santo, que um dos sinais do fim dos tempos é a proibição do casamento. Há por toda parte uma multidão de casais vivendo sem serem casados sob o rótulo de "união estável" protegida pelo Estado.

O matrimônio foi instituído por Deus e é um estado honroso (Hb 13.4), mas o celibato também é uma opção de vida perfeitamente natural (v. 38). O casal cristão que vive no temor de Deus simboliza Cristo e sua Igreja (Ef 5.31,32).

O matrimônio foi instituído por Deus. E, assim como o celibato, é um estado honroso.

A NECESSIDADE DO CASAMENTO vv. 2-5

Ante a imoralidade sexual desenfreada, como era o caso da população de Corinto, e a do mun­do hoje, o casamento efetuado por amor recíproco preserva e protege a pureza moral da sociedade a partir da família: "Mas por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido" (v.2).

Vejamos algumas atitudes e deveres cristãos concernentes ao casamento (vv. 3,4).

1. Obrigações recíprocas (7-3,4). "O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher, ao marido" (v.3). Ou seja, cumpram com seus deveres conjugais. O verbo "pa­gue" deixa claro que não se trata de favor, mas de uma obrigação; do marido para com a esposa e da esposa para com o marido. Isso nos faz compreender que o ato conjugai não visa somente à procriação, mas a satisfação mútua. No casamento, cada cônjuge tem direito à pessoa do outro. Embora a Bíblia ensine que o marido é a cabeça da família e que a esposa deve obedecer-lhe a orientação, na área sexual ambos estão no mes­mo nível. As diferenças afetivas e psicológicas dele e dela devem ser conhecidas por ambos, a partir do marido, por ser ele a cabeça do ca­sal (1 Pe 3.7 "com entendimento"). A expressão "Não vos defraudeis um ao outro" (v.5), é um preceito bíblico. O relacionamento físico do casal é parte do plano divino (1 Co 7.3); é uma necessidade conjugal (Pv 5.15,18); é um direito conjugal (Êx 21.10). No v.5, Satanás é cita­do como um inimigo pronto para infernizar e destruir o casamento, especialmente através da infidelidade conjugal. Ele sempre procura arruinar tudo o que é bom, e o casamento é um de seus principais alvos. Que isso sirva de alerta para todo casal cristão.

2. Abstinência temporária (7.5,6). Dá-se a abstinência temporária quando um dos cônjuges resolve abster-se sexualmente para dedicar-se de forma integral a uma missão ou atividade espiritual. Há condições definidas para isso (v.5):

1) Consentimento mútuo;
2) A situação deve ser temporária "por algum tempo";
3) Deverá ser por elevados propósitos cristãos - ora­ção, jejum; e
4) Deverão juntar-se de novo, imediatamente.

O SOLTEIRO (vv.7-9).

1. "Cada um tem de Deus o seu próprio dom" (v.7). O termo "dom" refere-se a uma capacitação sobrenatural conferida por Deus para alguém permanecer solteiro sem "abrasar-se" (v.9), e sem frus­tração. O cristão pode permanecer solteiro por tempo indeterminado, ou nunca se casar para realizar propósitos específicos de Deus. Todavia, isso requer não somente domínio próprio, mas um dom es­pecial da graça divina, o qual não é concedido a todos:"... cada um tem de Deus o seu próprio dom..." (v.7). Você é solteiro (a) e tem o dom do celibato? Está disposto (a) a ficar assim, servindo ao Senhor com fidelidade, segundo seus desígnios específicos para a sua vida?

2. O conselho de Paulo aos solteiros que desejavam permanecer neste estado (v. 8) tinha a ver com as condições sombrias que estavam para atingir a igreja. No v. 26, a expressão "instante necessidade" equivale a "situação angustiosa que se aproxima". Jesus também abordou esse assunto em Mateus 19.12.

COMPROMISSOS CRIS­TÃOS NO CASAMENTO (vv.10,11)

1. A mulher e o marido não devem se separar. O apóstolo expressa diretamente a vontade do Senhor: "Todavia, aos casados, mando não eu, mas o Senhor" (v. 10). "A mulher se não aparte do marido (...) Se, porém, se apartar, que fique sem casar" (...) "o marido não deixe a mulher" (vv. 10,11). Naquela época tanto a lei romana quanto a judaica concedia igualmente ao marido e a mulher o direito de dissolver o casamento por "qualquer razão" (Mt 19.3b). Jesus, porém, declarou enfa­ticamente: "Qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério" (Mt 19.9). Ler também Mt 5.32; Mc 10.11,12; Lc 16.18; Ml 2.14-16.

2. Conversão do cônjuge após o casamento (1 Co 7.12-16). Os versículos 12-16 têm a ver com casais descrentes em que um dos cônjuges converte-se a Cristo, e o outro não. A Bíblia não está aqui sancionando o casamento misto, do crente com o incrédulo. A passagem infere claramente a conversão de um deles após o casamento. Não é que o descrente passe a ser santo em Cristo perante Deus simples­mente porque seu cônjuge é con­vertido. Significa, sim, que o marido ou mulher de um crente é motivado a chegar-se a Deus pelo modo con­sagrado de viver do crente. Através do cônjuge crente, as bênçãos do casamento são conferidas sobre o descrente. E até os filhos de tal ca­samento são também abençoados... "mas, agora, são santos" (v. 14). Se o descrente se recusar a permanecer com o convertido por causa de sua fé em Cristo, o cristão está livre da obrigação de sustentar o casa­mento. Mas, a iniciativa deve ser do descrente. "Mas, se o descrente se apartar, aparte-se" (v.15). Esses casos são raros no Ocidente, mas no Oriente ocorrem com frequência. No passado, ocorria muito mais.

CONCLUINDO

Os coríntios viviam num am­biente de promiscuidade sexual ostensiva, sendo a metrópole de Corinto o centro do culto imoral e depravado à deusa grega Afrodite, cultuada entre os romanos sob o nome de Vênus. Ela era consi­derada a deusa do amor erótico, sensual. Hoje a Igreja defronta-se com ambiente ainda pior, como é o caso da multimídia eletrônica e informatizada: dramatizada, falada, visualizada, escrita, gravada etc. En­tretanto, maior é Deus para guardar a todos os que nEle confiam e que vivem para Ele.

Ao nascer, fomos dotados de impulsos (ten­dência natural) específicos sem os quais nossa sobrevivência seria impossível. O impulso sexual caracteriza o instinto de preservação da espécie. Depois da Queda, no jardim do Éden, o homem pecador passou a deturpar este impulso divino, gerando as muitas aberrações que sabemos existir hoje, mas isso não invalida a intenção de Deus em abençoar o homem e perpetuar a espécie através da sexualidade sadia. Provérbios 5.18 diz que "bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade". A vida sexual saudável dentro do casamento tem a bênção de Deus, além de dar alegria e prazer ao cônjuge (Hb 13.4). Todavia, o desejo sexual deve ser disciplinado se quisermos viver de acordo com a vontade do Pai.

Satanás, que induziu o homem a pecar con­tra Deus, tem um plano oposto aos propósitos estabelecidos pelo Criador. Ele tem trabalhado em favor da banalização do sexo e da destruição do casamento. Estejamos, pois atentos às suas ciladas e oremos mais a favor da família.

Bibliografia Antonio Gilberto
Fonte: ebdareiabranca
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Amor e Sexo: Até que ponto um sustenta o outro?!


Tenho notado que muitos casais reclamam da qualidade de seus relacionamentos sexuais. No entanto, creio que antes de falarmos de atração física, disposição para o ato sexual ou sensualidade, devamos observar qual é o símbolo que a relação sexual tem num relacionamento que, a princípio, está baseado no amor!
Obviamente, a convivência entre um casal pede contato físico, intimidade e, conseqüentemente, sexo. Mas a questão é: até que ponto um sobrevive sem o outro? É possível amar sem transar? É possível transar sem amar? Por quanto tempo? Quanto vale uma relação onde o sexo insiste em existir sem o amor, ou vice-versa?

Sinceramente, acredito que a melhor tradução para o ato sexual entre duas pessoas que vivem juntas e que compartilham a mesma cama, a mesma mesa, enfim, o mesmo teto, seja a tradicional expressão fazer amor. Então, se o que os casais desejam é, sobretudo, fazer amor, a resposta é óbvia! Ou seja, devemos fazer amor em todos os sentidos, em todas as suas possibilidades. Não dá para pensar num amor que teima em aparecer somente no quarto, somente sem roupa, quando o que se espera são beijos, carícias, entrega, confiança, desejo, atração, cheiro, gosto, toque, sussurros e, de preferência, prazer! Não dá para fazer amor com uma pessoa durante 30 minutos ou uma hora se, durante o resto das 23 horas do dia, o que se consegue ter com ela são discussões, desconfianças, críticas, grosserias ou, o que ao meu ver é ainda pior, um silêncio cortante e esmagador, uma ausência absoluta de afeto. Enfim, não há tesão que resista à indiferença, à falta de companheirismo, compreensão e paciência, muita paciência!!!
Então, o que fazer? Desistir? Começar de novo? Sair com outra pessoa? Ou investir de verdade nesta relação e se dar uma nova chance?

Estou certa de que cada um tem a melhor resposta para si mesmo, mas a minha sugestão é que homens e mulheres comprometidos decidam, de fato, se comprometerem. Primeiro consigo mesmos, com seus conceitos e com o que esperam de suas relações. E depois, que possam se comprometer com seus parceiros, propondo uma nova maneira de amar.
Isto é, que os casais compreendam que o ato sexual é conseqüência de uma série de outros atos; que a qualidade do sexo está diretamente relacionada com a qualidade que se tem em todos os outros setores do relacionamento, tais como respeito, admiração, confiança, entre outros já citados. Portanto, para conquistar (ou reconquistar) um relacionamento sexual satisfatório, prazeroso e intenso, é necessário (é absolutamente imprescindível) que os envolvidos invistam, primeiro, nas demais áreas da relação.

Elogios, convites para passeios a dois, comentários que elevam a auto-estima e a autoconfiança da pessoa amada, colaboração mútua, companheirismo, troca de idéias, diálogo (muito diálogo) e transparência são alguns dos mais importantes ingredientes para que se possa obter um relacionamento saudável. Tente ser o mais verdadeiro possível, expondo os seus medos, as suas inseguranças, os seus sentimentos mais profundos. Crie uma atmosfera amigável e dê o melhor de si. Comporte-se como um autêntico Don Juan ou como uma adorável sedutora e garanta o sucesso do seu amor.

E quando você titubear, com medo de sofrer, de quebrar a cara ou de ser passado como tonto, lembre-se que a vida é um risco. Saiba que o amor é um grande risco. Mas que se você nunca correr este risco, poderá ter apenas uma certeza: a de nunca experimentar a plenitude do amor.
Por outro lado, se você decidir arriscar, decidir investir no amor trazendo à tona tudo o que há de mais singelo e verdadeiro dentro de você, correrá um outro sério e provável risco: o de descobrir que pode ser amado e pode amar muito mais do que imaginou um dia e que, por conta disso, pode ser muito, muito mais feliz!!! A escolha é sempre sua.


Texto do Site: somostodosum

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